Os meus amigos dizem que eu tenho as veias muito salientes, eu nunca lhes disse mas eu já fui um super-heroi, esperem só até ter os meus poderes de volta...
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
Rendição
Se eu virar costas e partir
Se eu me condenar
Se eu pudesse, sim eu faria
Se eu puder, farei
Farei render.
Se eu pudesse lançar esta vida sem vida ao vento
Se eu pudesse esquecer e caminhar de novo
Caminhar para a noite
Caminhar entre a chuva
Caminhar para a luz
Caminhar pela chama.
Não estou a dormir.
Publicada por André Antunes à(s) 15:26 1 comentários
5:55
Estava perdido entre o anoitecer e o nascer do sol.
Estava na ponta do universo conhecido.
5:55 quando o tempo deixa de existir.
Segui até ao local do acidente, e lá fiquei, à espera de mim.
Tocou ali no meio do nada, atendi e esperei resposta:
- Recomeça e muda de universo.
Publicada por André Antunes à(s) 15:22 0 comentários
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
E aqui estou eu, não sou rei mas quase, sou uma quase música, não sou um filme mas podia muito bem ser, só por acaso é que eu não sou um livro, não calhou eu não ser actor, não me considero escritor, não tenho nem estilo nem confiança, sou um semi-heroi
E ai estás tu, a minha rainha
Mostra-me esses vales, esses oceanos de que tu és dona, mostra-me o teu palácio, move o meu coração, abala a minha fé, destroi o meu mundo e constroi um melhor por cima, sê o que és, toca as minhas notas, lê o livro aberto da minha mente, adivinha os meus passos, agarra a minha mão, bate com o meu coração, beija a minha boca...apenas vive-me!
Publicada por Manel (Coldplayer) à(s) 17:08 0 comentários
terça-feira, 22 de setembro de 2009
O Inverno Branco
Foi longo o Inverno, a neve cobria os telhados.
Foi num Inverno duro que apareceram os soldados.
Vestidos de ódio, inveja e maldade.
Empunhavam armas e olhares frios como a noite.
Eu lembro-me das pessoas erguidas à entrada da cidade.
Lembro-me das pessoas, brancas, pretas, vermelhas e amarelas, sobre o mesmo estandarte.
Os seus olhares de esperança vagueiam na minha cabeça.
As suas mãos entrelaçadas moram junto do meu coração.
Foi num Inverno branco que triunfamos sobre a bandeira vermelha.
Foi frio o Inverno em que nos unimos.
Lembro-me da esperança nos nossos corações.
Lembro-me da Pomba branca que voava livremente.
Publicada por André Antunes à(s) 22:45 1 comentários
domingo, 20 de setembro de 2009
Hoje coloquei mais uma estrela no espaço, do meu coração.
Está a ficar cada vez mais difícil voar por lá (há muitos buracos negros)
De todo o infinito do meu coração,
és a lua mais brilhante,
por favor
gravita-me
Publicada por Manel (Coldplayer) à(s) 16:24 0 comentários
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Num momento
Num momento, num curto momento, tu serás minha.
Num momento, num curto momento, as feridas não doeram, pois eu estarei lá.
Quando a noite respira, quando o dia adormece, eu ajoelho-me e rastejo para casa.
Quando a noite respirar e o dia adormecer, estarás em casa?
Se voares, se pegares nas asas e voares serás livre.
Se voares, se pegares nas asas e voares, eu irei levar-te pela mão.
Num momento, num curto momento seremos um
Num momento, num curto momento, tu serás minha
Publicada por André Antunes à(s) 23:11 0 comentários
sábado, 27 de junho de 2009
Se tivesse asas andava
Não tenho por isso vôo
Publicada por Manel (Coldplayer) à(s) 22:28 0 comentários
terça-feira, 2 de junho de 2009
Ele formou uma empresa de funerais, no entanto, era tão invejoso que foi o primeiro a inaugurá-la
obrigado Gonçalo Henriques
Publicada por Manel (Coldplayer) à(s) 17:00 0 comentários
domingo, 31 de maio de 2009
As lágrimas são apenas dor no estado liquido.
Por isso é que elas são salgadas,
Quantos corações despedaçados foram precisos para formar o oceano?
Publicada por Manel (Coldplayer) à(s) 09:37 0 comentários